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Fórum de Indicações Geográficas e Marcas Coletivas do Amazonas agora conta com a Suframa

Fórum tem o objetivo de fomentar a certificação de indicações geográficas e marcas coletivas no Amazonas e conta agora com 14 entidades membros.
por Layana Rios publicado: 18/05/2020 11h57 última modificação: 18/05/2020 19h36

A Suframa é a mais nova integrante do Fórum de Indicações Geográficas e Marcas Coletivas do estado do Amazonas. Durante reunião, realizada por videoconferência nesta sexta-feira (15), foi apreciada e aprovada a entrada da Autarquia como membro permanente do Fórum.

Criado em 2018, o Fórum tem o objetivo de fomentar a certificação de indicações geográficas e marcas coletivas no Amazonas e conta agora com 14 entidades membros, sob a coordenação do Sebrae Amazonas, entre as quais estão o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, Secretaria de Produção Rural do Amazonas (Sepror), Prefeitura de Tefé, Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Amazonas (Adaf), dentre outros integrantes do estado.

Os representantes da Suframa efetivos no Fórum serão o superintendente adjunto de Planejamento e Desenvolvimento Regional, Alcimar Martins, e os servidores Vitor Lopes e Igor Bahia, além do corpo técnico das coordenações de Análise de Projetos de Desenvolvimento e de Fiscalização e Avaliação de Projetos de Desenvolvimento, como convidados.

Durante a reunião, o Sebrae informou que, dentre as suas ações em 2020, fará análise do potencial de 110 Indicações Geográficas (IGs) nacionais, com apoio dos escritórios regionais, para identificar e avaliar as cadeias de cada estado.

De acordo com o superintendente adjunto Alcimar Martins, a partir de agora, a Suframa passará a analisar as possíveis alternativas para colaborar ativamente com o tema. “Vamos analisar a possibilidade de transferências voluntárias, acordos de cooperação, interação do tema nas discussões de investimentos da Lei de Informática, possibilidade de atuação do Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA), divulgação por meio de nossas mídias sociais, website, além de participação em feiras e estudos preliminares para o fomento de novas IGs e fortalecimento daquelas já estabelecidas, bem como ações de criação ou resgate de um selo regional que auxilie no fortalecimento e diferenciação dos produtos regionais”, disse, exemplificando algumas das alternativas.

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